Vai reformar e não sabe quanto vai gastar? Veja dicas

Você vai fazer alguma reforma em casa e quer calcular quanto vai gastar? Segundo a arquiteta Laurimar Coelho, antes de uma obra só é possível ter uma estimativa.

“A cada etapa é preciso fazer um orçamento, até porque alguns têm validade”, explica. “Você chama um pintor e o orçamento vale até 30 dias, por exemplo. Para uma mesma reforma cotei com dois empreiteiros. Um cobrou R$ 75 mil e o outro R$ 15 mil!”, exemplifica.

A arquiteta lembra que, entre lojas de material de construção, a variação é grande também. “Nas lojas tipo home center os preços costumam ser mais em conta, mas a variedade é menor. Já nas butiques, o consumidor encontra boas peças, como pisos e azulejos, mas os preços são mais altos, às vezes o dobro”, alerta Laurimar.

Segundo ela, há ainda orçamentos vinculados à disponibilidade de mão de obra, estoque de produtos na loja, oscilação do dólar, entre outros fatores.

A arquiteta Adriana Victorelli considera os projetos de arquitetura primordiais para o início do planejamento das reformas e construções.

“Ali deverão estar especificados todos os itens, desde o valor do pedreiro, gesseiro, eletricista, passando pelo piso, modelo e quantidade de luminárias, as cores das paredes até o modelo do sofá e o tecido da cortina”, detalha.

Na opinião de Adriana, só com tudo definido pode-se fazer um levantamento de custo fiel e depois pesar ou substituir algumas peças que, por ventura, ficarem fora do gasto pretendido.

Quanto aos valores de mão de obra, Adriana explica que variam muito de região para região, assim como pela qualidade do serviço prestado.

“Hoje, em São Paulo, a estimativa para decorar de ponta a ponta um apartamento entregue cru varia de R$ 1.000 a R$ 3.000 o metro quadrado. Os valores são muito variados, pois dependem da qualidade dos produtos e serviços, assim como dos modelos escolhidos, cuja variação é imensa no mercado”, explica a arquiteta.

Pagamento – Segundo Laurimar, o pagamento de profissionais varia muito e deve ser definido caso a caso. “Mas não recomendo pagar à vista. Deve-se combinar o acerto de acordo com o andamento da obra e, de preferência, por empreitada e não por dia de trabalho”, aconselha.

Adriana acrescenta que alguns escritórios de arquitetura trabalham com administração de obra planejada. “Uma das vantagens é justamente mediar esse relacionamento prestador/fornecedor e cliente”, pontua.

Segundo ela, mesmo quando negociado valor à vista, os pagamentos devem ter parte do saldo quitado na entrega do serviço para evitar surpresas desagradáveis.

Ela ressalta que os melhores descontos são conseguidos no mercado com valores à vista. Além disso, os escritórios possuem valores exclusivos na compra de produtos junto aos fornecedores graças a cadastros de fidelidade e frequência de negociação entre escritórios e fornecedores.

Fonte: revista.zapimoveis.com.br

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